Na manhã deste sábado (20), o cantor Raimundo Fagner visitou a exposição sobre o Rei do Baião, instalada no Parque Evaldo Cruz, em Campina Grande. A mostra é inspirada na obra “Luiz Gonzaga 110 anos de nascimento”, do pesquisador Paulo Vanderley, e traz uma linha do tempo que passeia pela vida e obra de Luiz Gonzaga, apresentando as décadas músicais, álbuns e itens do acervo pessoal.
Fagner já gravou discos com Luiz, interpretando sucessos do mestre, e por anos nutriu uma grande amizade que ia além dos palcos e estúdios. Em entrevistas, o cearense já destacou a conexão profissional e cultural com a obra e o legado deixado por “seu Lua”.
“Eu gravei com muita gente, muito artista, mas o trabalho com o Gonzaga tinha algo mais, uma coisa da região, mais nossa, do amor dele pelo Ceará também. Pelas nossas raízes. Tinha um pouco a mais nisso. E felizmente isso ficou registrado nos discos”, comentou.
Na sequência, o artista que canta hoje no Parque do Povo subiu ao palco principal, fazendo sua tradicional passagem de som. Ao reunir vários fãs em um só coro, Fagner abriu o repertório cantando “A Morte do Vaqueiro”, do Rei do Baião, reforçando o legado de Luiz Gonzaga para a música nordestina e para festas como o São João.
Ministério da Cultura, Brahma, Betano e Petrobras apresentam “O Maior São João do Mundo”
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Apoio: Energisa.
Lei de incentivo à cultura, Lei Rouanet.
Realização: Arte Produções, Prefeitura Municipal de Campina Grande e Governo Federal.
Texto: Myrlla dos Anjos/Arte Produções

