Bolinha rechaça cota política de nomeações e fala em necessidade de combate a inchaço na máquina pública

Artur Bolinha, pré-candidato à Prefeitura Municipal de Campina Grande. teceu considerações sobre o funcionalismo público atual no município e foi enfático em identificar o cerne da problemática como sendo o inchaço da máquina pública.

“O problema não está nos prestadores e nem nos comissionados que trabalham. O que incha a máquina pública são os excessos, a cota política das nomeações. Em Campina Grande são quase 8 mil funcionários públicos entre prestadores e comissionados.E eu não tenho dúvida em afirmar que desse montante, 35% a 40% são de pessoas que infelizmente recebem mas não trabalham. Essas precisam sair. Mas quem tem a capacidade e desenvolve um trabalho sério não precisa e não merece ser retirado (a)” acentuou.

O prefeitável sugeriu ainda como se dará a mudança proposta no quadro de servidores atuais e comentou sobre a necessidade de uma migração gradativa.

“O ideal é que se vá migrando gradativamente para um processo seletivo de concurso público ou um processo seletivo específico, a exemplo de uma seleção para uma unidade de saúde ou qualquer setor que seja. E dentro dessa perspectiva é urgente cortar todo o excedente que existe” pontuou Bolinha.

Artur comentou também a respeito da situação dos servidores de carreira e sobre a importância da valorização desse público.

“Estará contemplado na minha gestão que 1/3 dos cargos de confiança do município será ocupado por servidores de carreira, porque isso é algo fundamental pra que se sintam motivados no processo de ascensão. Porque é inadmissível que um funcionário que passou por várias formações e conhece como funciona a máquina pública precise se submeter à uma chefia que não tem conhecimento de nada apenas porque esse(a) é uma indicação pública. O servidor precisa ser valorizado” concluiu.

Assessoria